Criptomoeda é desenvolvida por ex-aluno do TECPUC

Bruno Alano foi aluno do curso Integrado em Informática do TECPUC

Bruno Alano foi aluno do curso Integrado em Informática do TECPUC, entre 2011 e 2014. O seu interesse pela área de Programação começou cedo, com oito anos de idade. Hoje, com 22 anos, o jovem faz parte de um grupo seleto de nove programadores de vários países que desenvolvem a moeda virtual ECC, que vale R$ 149 milhões. Além disso, ele é sócio de uma startup de inteligência artificial Neurologic, em São Paulo.

Confira o bate-papo com o ex-aluno Bruno Alano:

– Quando começou seu interesse pela área da programação?
Comecei a me interessar pela área de programação aos oito anos de idade, principalmente por influência de meu tio, que na época cursava ensino médio técnico. Desde então, comecei a estudar por conta própria utilizando livros e sites como edX, MIT OCW, Coursera e outros.

– O que te levou a entrar no curso do TECPUC de Integrado em Informática?
Entrei no curso do TECPUC devido à indicação de um amigo.

– Como foi sua experiência no TECPUC?
Um dos maiores ganhos foi ter conhecido meus atuais sócios da Neurologic e também ex-alunos do TECPUC, Fabrício Toledo e Gustavo Luby, o que é algo extremamente complexo, devido a todo mindset que você deve ter para entrar em tal ramo. Além disso, utilizei muito os recursos fornecidos pela PUCPR, principalmente a biblioteca.

– Após o curso, você continuou nos estudos?
Após a finalização do curso do TECPUC, fui convidado para ir à Finlândia pelo governo finlandês, quando me aproximei mais da área de inteligência artificial. Após isso, recebi um convite para participar da SOCML, um grupo formado pelos 100 melhores pesquisadores do mundo na área, formado majoritariamente por pesquisadores do Google, Facebook, OpenAI (instituição do Elon Musk), Uber e outras grandes empresas.

– Atualmente, você mora em qual cidade?
Moro em São Paulo, cidade onde minha startup Neurologic recebeu investimentos de um fundo de capital.

Seu interesse em moedas virtuais começou no fim do ano passado, certo? Como você conheceu a ECC?
Eu comecei a me interessar em criptomoedas em meados de março do ano passado com o propósito de investimento. Porém, no fim do ano passado encontrei o projeto ECC durante minhas pesquisas para investimento e foi algo que realmente acreditei como propósito para o mundo. A partir daí, comecei a trabalhar efetivamente na moeda. Em quatro meses de trabalho, conseguimos transacionar mais de 100 milhões de dólares.

– O que te levou a investir na ECC?
Acredito que nos próximos 10 a 20 anos algumas estruturas sociais e econômicas irão mudar, assim como a internet. Acredito que a ECC, assim como outras criptomoedas, fornecerá o ecossistema para que todo esse ideal possa se estruturar, resultando em uma revolução assim como foi a internet.

– Qual dica você deixa para os atuais e futuros estudantes do TECPUC que buscam seguir essa área?   Minha recomendação é que encontre o que realmente o motiva e trabalhe em cima disso, usando todos os recursos possíveis (conteúdo online, livros, cursos), não ficando limitado só aos métodos tradicionais de aprendizado. Há cursos também focados em técnicas de aprendizado como “Learn How to Learn”, do Coursera, e livros sobre biografias de grandes mestres da nossa história, como “Maestria”, do Robert Greene.